Tempo
Para recuperar caixa, Prefeitura de Barretos reduz expediente e cria turno único até o fim do ano
12/10/2017

Decreto prevê jornada das 8h às 14h no Paço Municipal. Administração afirma que medida foi tomada por dificuldades para quitar folha de pagamento

 

Para conseguir quitar a folha de pagamento do funcionalismo, a Prefeitura de Barretos (SP) começou a adotar esta semana um horário de funcionamento único e reduzido até o fim do ano.

Em função de um decreto do Executivo, desde segunda-feira (2) repartições públicas têm ficado abertas duas horas a menos do que o normal, e funcionam com um expediente ininterrupto que vai das 8h às 14h.

A secretária municipal de Administração, Adriana Nunes Ramos, culpa uma crise generalizada pela baixa no caixa da Prefeitura e defende que a redução na jornada foi a providência mais adequada para readequar o orçamento local.

"Já era uma medida de estudo desde março para redução de custos. Acho que o país está em crise, todas as prefeituras estão em crise e nós precisamos de economia pra poder cumprir os nossos compromissos e fazer a lição de casa", diz.

 

Economia de 25%

O decreto publicado pelo Executivo prevê uma redução de até 25% com gastos de manutenção com a adoção do turno único e ininterrupto por 90 dias.

Com isso, o Paço Municipal Simão Antônio Marques, a sede administrativa da Secretaria de Saúde, a Secretaria de Cultura e a Biblioteca Municipal Afonso d'Escragnolle Taunay ficam abertos para atendimento ao público somente de segunda a sexta-feira das 8h às 14h.

"Quem é funcionário de oito horas será mantido seu salário. Porém, quem é funcionário com jornada de quatro horas que dobra fazendo as oito horas terá reduzidas duas horas diárias", explica a secretária.

Além disso, a Prefeitura proibiu o uso de veículos e o pagamento de diárias em viagens para eventos, cursos e congressos, e suspendeu novas gratificações a servidores. Servidores que ocupem cargos de chefia e assessoria eventualmente em férias ou em licença também não serão substituídos.

Segundo a Administração, a medida é provisória para garantir o pagamento dos salários e do décimo terceiro dos funcionários municipais, mas pode virar um projeto de lei no ano que vem.

Moradores como o técnico de som Dino Neves preferem ver a medida na prática antes de tirar conclusões. "Acho que tem que experimentar todas as alternativas para o bem do município", afirma.

 

 
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