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Vereador Chanel é confrontado na Câmara Municipal
05/10/2019

Durante a audiência pública de prestação de contas da saúde, ocorrida na manhã do dia 30 de setembro, a secretária Dra. Sônia Junqueira ao ser questionada sobre a desativação da SEMI-UTI, passou a palavra ao seu marido para que este fizesse as devidas explicações.

O interessante, e que causou espanto entre os presentes, principalmente a imprensa, é que o marido da secretária não possui cargo na administração municipal, então, como pode falar e dar explicações em nome da Secreta-ria de Saúde?

Na sequência, a secretaria criticou as falas do vereador Chanel na tribuna Câmara e disse lamentar que o vereador, não estivesse na Câmara para ouvir suas explicações, pois teria em seu poder vários documentos.

O vereador Chanel, há várias sessões, vem solicitando respostas acerca do pagamento da UPA. Um dos questionamentos do vereador é que a empresa Mahatma Ganghi, que presta serviços na UPA de Bebedouro, também presta serviço na UPA de Barretos, MAS COM UMA DIFERENÇA, LÁ EM BARRETOS, O SERVIÇO É QUASE MEIO MILHÃO MAIS BARATO (MÊS) PARA ATENDER QUASE 2 VEZES MAIS HABI-TANTES.

Entretanto, o vereador Chanel, estava presente a Casa de Leis, acompanhando a sessão pelo circuito interno de vídeo e diante da afirmativa da secretaria foi até o plenário ouvir as explicações da Dra. Sônia Junqueira.

Exercendo sua atribuição de fiscalizar as contas públicas, o vereador Chanel, questionou a secretária sobre a situação da Mahatma Gandhi, foi quando o marido da Dra. Sônia Junqueira, em uma clara afronta ao vereador, o enfrentou de maneira desrespeitosa dentro das dependências da Câmara Municipal, o que é inadmissível, segundo Regimento interno da Casa de Leis.

Além disso o acusou o vereador de ter “atitudes machistas” e aí começou a confusão, a ponto que a secretária de Saúde teve que sair de seu lugar para tentar conter os ânimos do marido.

Nós da platéia, ficamos com a nítida sensação que a discussão partiria para as vias de fato, por sorte, nada mais grave aconteceu. Entretanto, a tão sonhada explicação da majoração de valores da UPA Bebedouro, também, não aconteceu.

Para quem acompanha de perto a Câmara Municipal, sabe que manifestações dessa natureza são terminante-mente proibidas, segundo o regimento Interno daquela Casa de Leis.

Estranhamos que no caso do marido da Secretária de Saúde, este não tenha sido conduzido para fora do recinto, como ocorreria com qualquer outra pessoa do povo.

Procuramos o Presidente da Câmara Municipal, Carlos Renato Serotine, o Tota para saber quais medidas serão tomadas pela Câmara em relação ao incidente. O presidente Tota lamentou não estar presente, naquele momento, na Câmara Municipal para solicitar a retirada imediata do marido da Secretária da Saúde da Casa de Leis, mas garantiu que atitudes severas serão tomadas com relação a Dra. Sônia Junqueira e seu marido, e ainda, finalizou dizendo “aqui é casa do povo, mas não é a casa da mãe Joana”.

 

 
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