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Fazer em Bebedouro o que Paulo Guedes está fazendo em Brasília
08/11/2019

O modelo de gestão das coisas e das contas públicas faliu nos três planos federativos. União, Estados e Municípios estão com déficits orçamentários, endividados e com quadros de servidores inchados e caros.

São donos de autarquias, fundações, faculdades, prédios, terrenos e mais de 300 estatais.

Com certeza virão grandes mudanças, os planos de Paulo Guedes para menos Brasília e mais Brasil são ótimos para colocar a casa em ordem. É preciso alinhar o pensamento e as ações do Ministério da Fazenda a realidade municipal.

A administração municipal de Bebedouro não pode ser liberal em Brasília e ser estatizante em Bebedouro. Não pode ser moderna no discurso e ser arcaica quanto a forma de administrar a cidade.

Bebedouro precisa de um grande choque de gestão e uma reestruturação completa.

Isso passa por três vertentes principais:

1) Reduzir drasticamente a folha de pagamento através de PDVs, aposentadorias sem reposições e cortes pela metade dos indicados / nomeados e altamente remunerados.

Não há gestão financeira saudável e nem investimentos necessários com uma folha de pagamento que representa 52% das receitas correntes líquidas.

2) Vender tudo que for possível. A prefeitura não é empresária e muito menos imobiliária para administrar terrenos e prédios.

A administração Galvão em 7 anos não vendeu nenhum terreno, mesmo tendo um fundo aprovado pela câmara municipal onde o produto de vendas seria depositado para investimentos em infraestrutura.

3) Realismo tarifário e uso de tecnologia para modernizar e reduzir custos burocráticos.

O que é cobrado do contribuinte, desde a Zona Azul, passando pela Contribuição da Iluminação Pública, até o IPTU, não proporcionam investimentos e em alguns casos não cobrem custos.

É preciso fazer um grande debate com os empresários e o público em geral para desenhar a Bebedouro do futuro e quanto o bebedourense vai pagar para chegarmos lá.

Planejamento Estratégico, estrutura enxuta e produtiva, contas públicas em ordem e transparência geral.

Informatizar tudo acelerando processos reduzindo papéis e ganhando tempo para os cidadãos.

Primeiras medidas: departamentos que não funcionam devem ser fechados, autarquia que não dá lucro tem que ser vendida e imóveis tem que ser descartados. O mesmo modelo não vai nos levar a lugar algum. É preciso mudar e a mudança tem que começar agora.

Que tal impor um teto de gastos para começar?

 

 
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