Tempo
A Câmara Municipal não é uma extensão da Prefeitura
20/12/2019

O prefeito Galvão bateu na porta errada ao classificar a Câmara Municipal como ruim e se auto elogiar como gestor público.

Nos últimos sete anos a gestão financeira do município foi de uma irresponsabilidade gritante conforme atestou o Tribunal de Contas de SP.

O maior exemplo do cofre vazio foi o excesso de telefonemas do prefeito, da área financeira e do gabinete nos últimos dias para saberem quanto e quando o presidente da câmara ia devolver para a prefeitura pagar o 13º salário dos servidores municipais. Aproximadamente R$ 2,8 milhões já foram depositados na conta da prefeitura.

Uma câmara que em 2019 buscou recursos para diversas obras na cidade, inclusive na infraestrutura e saúde, e aprovou projetos importantes para a renovação da frota municipal, dos equipamentos de informática e para o meio ambiente.

Pelos resultados apresentados no exercício 2019 a câmara é muito mais produtiva e responsável do que o prefeito e a equipe montada por ele para administrar a cidade.

O mesmo Tribunal de Contas já questionou a capacidade da equipe de Galvão para gerir o orçamento municipal e colocar as contas públicas em ordem.

Galvão faz parte de uma maneira velha de fazer política, aquela que não admite oposição (ele ama Bebedouro e a oposição, não), que enxerga o poder legislativo como uma extensão da prefeitura, um órgão subalterno que deve aprovar tudo sem questionamentos e bater palmas para sua imensa vaidade e também para sua imensa incompetência para tratar de coisas públicas.

O prefeito deveria retornar aos bancos escolares para entender o que é o Estado Democrático de Direito e o funcionamento e financiamento dos três poderes da república.

Ao classificar os integrantes da câmara como muito ruins, além de falta de respeito e ética, demonstra um excesso de agressividade originado em sua forte rejeição pelos cidadãos bebedourenses e pela forte pressão do Tribunal de Contas que tem dado parecer desfavorável em quase todas as suas contas. O prefeito está precisando de um bom final de ano e umas boas férias para colocar suas idéias em ordem.

A máscara caiu, o discurso não encobre a falta de ações e os ataques dissimulados não funcionam mais nem em seu círculo pequeno de amigos.

Galvão que é uma decepção para os cidadãos-contribuintes-eleitores, é agora um ditador assustado, a ser vigiado pelos vereadores para que não faça besteiras em 2020.

Bom final e começo de ano a todos! Deus nos proteja!

 

 
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